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ESTUDOS CLíNICOS MAIS RELEVANTES EM 2026




Quer saber quais são os principais estudos clínicos com resultados altamente promissores para 2026?


Um artigo na Nature (https://doi.org/10.1038/s41591-025-04083-x) apresenta os 11 estudos clínicos mais impactantes, mas selecionei aqui os que considero mais abrangentes.


1. Vacina contra tuberculose

Problema: A vacina BCG protege crianças, mas pouco os adolescentes e adultos, principais transmissores da TB.

Inovação: Nova vacina com eficácia ~50% em pessoas que apresentam a doença.


2. Anticorpos de longa duração contra HIV

Problema: O HIV retorna quando o tratamento antirretroviral é interrompido diariamente.

Inovação: Anticorpos novos agora permanecem ativos por meses sem sinal de retorno.


3. Ziltivekimab e inflamação cardiovascular

Problema: Doenças cardíacas persistem mesmo com colesterol controlado.

Inovação: Bloqueio direto da interleucina-6 (IL-6).

* Acaba com a velha ideia de controlar colesterol total e FOCAR em colesterol + inflamação para atacar a arterosclerose...

 

4. Inibidor do câncer pancreático

Problema: Câncer de pâncreas é altamente letal, com poucas opções terapêuticas.

 Inovação: Droga oral que atua em múltiplas mutações do gene KRAS e uma promessa para câncer pancreático avançado, até então sem esperança...


5. Imunoterapia celular para câncer de mama metastático

Problema: Pouca resposta duradoura às terapias atuais.

Inovação: Imunoterapia celular combinada com inibidor de checkpoint para vários subtipos de câncer de mama metastáticos.

 

6. Células-tronco para doenças neurológicas

Problema: Falta de terapias para dano neurológico crônico.

 Inovação: Administração intravenosa e nasal de células da medula óssea Não é uma cura mas ocorreu melhorias funcionais e de qualidade de vida para Alzheimer, Parkinson, esclerose múltipla e derrames, entre outras.


7. Colesterol e Lipoproteína A - Lp(a) que carrega partículas de colesterol.

Problema: A Lp (a) elevada aumenta risco cardiovascular e não havia tratamento.

A Terapia nova reduz a Lp(a) em até 80%, prevenindo muito mais infartos e AVCs.


📌 Para quem trabalha com ciência, escrita científica ou inovação em saúde, fica o alerta: como comunicamos esses avanços é tão estratégico quanto os próprios dados. Por quê?
Para transformar evidência científica em impacto social para as pessoas e seus familiares.

Qual desses tratamentos você acredita ter maior impacto na medicina nos próximos anos? E para você e sua família?

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